quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor!


Flores à vida. Amor ao meu doce novembro!

Que Deus me permita ter paciência para esperar e amar o certo.
Deus nos dá descanso e nos faz retornar ao que de melhor ele preparou: A vida ao Seu encontro!
(Aline Brito)

Texto adaptado
Que Deus não permita que eu perca o romantismo, mesmo sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o otimismo, mesmo sabendo que o futuro poderá não ser tão alegre.
Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa.

Que eu não perca os grande amigos, mesmo sabendo que, com as voltas do mundo, eles podem acabar indo embora de minha vida.
Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas, mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer ou retribuir.

Que eu não perca o equilíbrio, mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a vontade de amar, mesmo sabendo que as pessoas, ou a pessoa, que amo pode não sentir o mesmo sentimento por mim.
Que eu não perca a luz e o brilho dos olhar, mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo poderão escurecer meus olhos.

Que eu não perca a garra, msmo sabendo que a derrota e a perda são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a razão, mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e prazerosas.
Que eu não perca o sentimento de justiça mesmo correndo o risco de ser prejudicado.
Que eu não perca o meu forte abraço, mesmo sabendo que um dia meus braços estãrão fracos.

Que eu não perca a beleza e a alegria de ver, mesmo sabendo que muitas lágrimas brotarão dos meus olhos e escorrerão por minha alma
Que eu não perca o amor pela minha família, mesmo sabendo que ela, muitas vezes, poderá me exigir esforços incríveis para manter a sua harmonia.

Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em meu coração, mesmo sabendo que muitas vezes ele será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca o amor pela sensibilidade, mesmo entendendo o quanto ela me machuca as vezes.
Que nada me faça desistir dos sonhos, mesmo enxergando a dificuldade para realizá-los.
Que eu não perca a vontade de ser grande mesmo sabendo que o mundo é tão pequeno.

E acima de tudo...
Que eu jamais esqueça que Deus me ama infinitamente. E que um pequeno gão de alegria e esperança dentro de cada um de nós é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois...
A vida é construída nos sonhos e concretizada no amor.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Sim, eu preciso de um doce novembro.


Chamo de um doce novembro a espera renovação dos meus dias.
Meu doce mês em que as flores ainda florescem com a primavera.
Suas folhas que sopram, exalam... Denunciam a beleza.

Não estou escrevendo um poema. Só descrevendo o meu novembro.
Preciso que ele seja doce, que me faça sorrir, porque só tenho mais um mês para decidir o “cronograma” do meu desejado ano de 2011.  O fim de um ano, 2010, já está chegando. Amadureci uns 10 anos (Isso é fato). Exigi de mim muito mais amor, paciência e responsabilidades.
Resolvi viver o que realmente sinto. Me enxergar, me entender.
Não preciso dizer se foi bom ou ruim. O que posso ter certeza é que tudo o que vivi me fez chegar até aqui.

Nesse novembro serei forte. Meio doce e meio amarga. Em alguns dias acho que serei fraca. E boba. Vou precisar de um lugar onde enfiar a cara para esconder as lágrimas. Aí pensarei que não sou tão forte assim e começarei a olhar para mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente, sou humana, sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Talvez que demorem um pouco. Paciência.

Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para frente. E quero continuar errando, pois jamais serei perfeita (ainda bem!). Que meus sentimentos não me impeça de tentar, de mudar, de viver.

Nesse meu doce novembro, tampouco quero ser comum e normal. Quero ser simplesmente eu. Quero rir, sorrir e chorar. Sentir friozinho na barriga, nó no peito, tremedeira nas pernas. Sentir que as coisas funcionam e que tenho que trocar de jeito quando insisto em algo que não dá resultado. Quero aprender e, ainda assim, continuar criança. Ficar no sol e sentir o vento gelado no nariz. Quero sentir cheiro de grama cortada e café passado (mas sem tomá-lo, não tenho gosto por café).

No meu esperado novembro quero sentir cheiro de chuva, de flor, cheiro de vida. Aprecio as coisas simples e quero continuar ‘descomplicando’ o que parece complicado. Se der pra resolver, vamos lá! Se não dá, deixa pra lá. Alguma coisa irá acontecer... Muito mais paciência, pois Deus faz tudo perfeito!

A vida não é tão complicada e nem difícil, tudo depende de como a gente encara e se impõe. Quero ser eu, com minha cara azeda e absurdamente açucarada. Não quero saber tudo e nem ser racional. Quero continuar mantendo o meu cérebro no lugar onde ele se encontra: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.

Sim, eu preciso desse doce novembro.


Aline Brito