quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Discussão a um gênero musical


Nesse último final de semana eu, minha maninha e minha prima recebemos uma visita de um colega, resolvemos conversar sobre música já que gostamos de fazer. Conversa vai e vem caímos na polêmica do Heavy Metal um gênero Musical muito conhecido pelos rockeiros.

O colega disse apreciar muito o tal gênero e ainda disse isso, pois acha ele bem aceito no meio evangélico, o que muito me incomodou, nada de preconceito, mas prometo me explicar nessa nota.

Primeiro o Heavy Metal, é um gênero musical que nasceu com base no blues, sonoramente, se caracteriza por riffs pesados, bateria marcada por tons graves, secos e retumbantes, vocais característicos diversos que vão do agudo, agudo melódico, aveludado, rasgado ao grave e solos de guitarra complexos, nada demais até aí, mas vamos lá. Na curiosidade pude pesquisar a fundo sobre uma banda secular muito conhecida que toca heavy metal, Iron Maiden, que é bem "chegada" em satanismo, para usar um termo que lhe é próximo e, portanto, de fácil compreensão, e eu nem preciso dizer porque, já que o histórico e o próprio “mascote” da banda responde por mim.

Ainda assim não poderia me esquecer de uma das bandas de heavy metal que mais influenciou no anos 70, Black Sabbath, a primeira banda a adotar abertamente uma temática e visual satânicos. O nome Black Sabbath é uma referência a encontros de feiticeiras. Seus álbuns são algumas vezes adornados com cruzes e demônios. Além disso, muitas letras falam de Satan, como NIB e War Pigs.

Essas bandas tocam músicas Heavy Metal e tem como pôsteres horrendos e diabólicos, talvez alguém me diga: “Eu não sou satanista , mas curto essas bandas”...Opa, mas esta pessoa está mais propensa ao demônio do que a Deus e à religião. A questão de sempre enfatizar “eu ouço, mas não faço” está por fora.

A discussão que foi feita naquele domingo, que nem durou 2 minutos me fez refletir muito bem à até quando levaremos a nossa liberdade de ouvir “qualquer coisa”, já que a expressão tem necessidade de ser essa. Não ignoro nenhum tipo de música, sou instrumentista, amo a música quando tocadas a Deus, ouço gêneros musicais variados já que quero ser uma musicista profissional, porém meço o que cai em meu repertório de aprendizagem. Também não sou contra bandas seculares que falam sobre amor, ou exaltam a vida. Agora, pois ouvir músicas que exaltam o mal é o pior. Só digo que a maior prova de que HEAVY METAL não é algo de Deus porque uma das bandas que mais usa o satanismo como selo está associado a esse gênero, sinceramente, eu não preciso disparar um revolver contra minha cabeça para saber que mata, ou me jogar num rio, se não sei nadar, para saber que morrerei afogada. Usa-se o bom senso.

Amo a música, mas abomino a veneração a essas bandas que divulgam o Heavy Metal como o próprio satanismo. Se esse gênero não é algo tão maléfico o porquê então dessas bandas exaltarem tanto o mal através dela? Porque eles amam tanto a blasfêmia a Deus, e porque devemos continuar apoiando-os? É triste quanto o mundo tem se trancado no escuro e deixado a palavra de Deus ser dita com mentiras. Nós sabemos, no fundo, que estamos errados, mas mesmo assim continuamos de olhos fechados.

Não sou contra o rock nem nunca fui, mas já a admiração a um gênero que introduz bandas em exaltação ao diabo, aí não é comigo. Não mesmo.

A discussão com o meu colega nem chegou ao fim, creio que ele é sim uma pessoa de Deus, creio também que ele nem admira as bandas satânicas das quais mencionei acima. Escrevi essa nota, não por me opor às suas idéias, mas o assunto que tentamos desenvolver me incomodou de certa forma, a saber mais, sobre o gênero.

Só estou mais firme que o melhor louvor e adoração que fazemos a Deus é aquele que sai do nosso coração, com amor e vontade. A melhor exaltação a Deus vem quando estamos limpos de alma e não presos a coisas mundanas.


Aline Britto

Clique nesse link e leia essa nota sobre a confissão diabólica de um músico de Heavy metal

http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=quadro&artigo=20040811210938&lang=bra

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Namorando o amor**





Não creio que cheguei a pensar nisso, mas de tanto minhas amigas falarem do dia dos namorados, resolvi expressá-lo no meu sentido.

O mundo parece que pára. Presentes, beijinhos, loves e mais loves... As meninas que estão sem ninguém para presentear de verdade ficam com nervos a flor da pele.

Mas esse nem chega a ser o meu caso, me considero novinha e sei que vou ter meu dia dos namorados ainda. Sei esperar, por isso nem fico tão eufórica. ''Talvez''.

Na verdade, e sendo direta, ultimamente tenho me encontrado em situações desastrosas, se eu pudesse nomear assim, não sendo chata ou rebelde tenho me enganado muito com a palavra AMOR. Quando se fala em paixão, namoro, casamento ou dor...Vem na cabeça...Uhn..é amor...Sei lá...Mas não tomo mais isso como pivô e verdade de um certo entusiasmo...Nada de críticas a casais. Imagina. Acho lindo dois juntinhos andando na chuva, de pés descalços, sorrindo e felizes, é um típico padrão dos casais que resume em AMOR.

Na verdade digo isso por que já me apaixonei, talvez duas, três ou quatro vezes, o melhor é não contar, mas sei que em muitas delas chorei, sofri e pensei "não viverei mais", só que passei através delas a viver...É o que a vida ensina.

Recentemente me apaixonei por certo alguém, mesmo morando longe um do outro nos dávamos bem... Até que um dia algo sem explicação aconteceu, talvez caiu um raio sobre nós e perdemos o sentido, ou melhor, os sentimentos, ou talvez até queimou o motor paixão...hehe, não sei muito bem o que aconteceu, mas o que eu pensava em ser a minha história de amor foi para os ares sem direito a reprise ou de novo de novo, bis quem sabe...Nada disso. Já se passaram dois meses e eu estou bem, localizei aonde caiu o raio, mas nem tentei concertar. Tem coisas que não dá para mudar.

A gente aprende com as experiências e com os raios ocultos em outro sentido, nos lançamos a novas rotinas, novos sorrisos, e porque não a novos amores? Sim, é o que fazemos meninas...Meninos, é o que na verdade acontece. A paixão...aiaiai...Suspiro quando ele chega, perna treme, mãos congelam, estar caindo num abismo. O namoro do amor.

Ás vezes me pego pensando e perguntando em como saber de onde virá meu príncipe...Respostas? Nem obtenho...Sei que ele nem demorará...Mas o porque não esperar?...Ter paciência ainda é a melhor opção. Deus resolve tudo. Ah, o dia dos namorados? Imagina, todos os anos têm, em algum deles vou ganhar presente.

Abraços a todos...** Aline Britto**