
A dor da violência explícita na vergonha da sociedade
**Aline Britto**
Neste último Domingo algo chocou o Brasil. A violência que nunca camuflada, mostrou as facetas de suas terríveis características no final de semana. Jovens de classe média alta espancaram e roubaram uma empregada doméstica, que acabara de sair de seu trabalho, ao qual se encontrou em um ponto de ônibus para pegar o transporte e se dirigir até uma clínica para fins de exames preventivos. Que culpa teria uma empregada de 32 anos, e qual foi o seu erro?
Respostas para perguntas como essas são impossíveis, se não tomadas da única versão a ser levada como: crueldade, distorção e ferocidade. Digo diretamente aos mesmos jovens que por causa injusta cometeram tal tentativa violenta, sendo bem conjeturado, tinham eles por intuito um latrocínio. Barbaridade não questionável, agora, pois, usar de violência e ainda capacitar em dizer que confundiu com uma prostituta. Ora essa agora, os mesmos se põe a tanta mediocridade, pobreza de falsidade e pouca conduta imaginária.
São eles estudantes defendidos pelos pais que em depoimento á imprensa faz apelo às autoridades dizendo que “erros cometeram sim, mas que não deveriam pagar por isso juntamente com outros bandidos”. O que pensa então? Talvez um quarto especial com direito à água mineral e arroz grelhado todos os dias?Ou ainda pensa em liberdade convencional por ser jovens ricos e sem passagem pela polícia? Por favor, que essa não seja a versão dada a imprensa daqui alguns dias.
O que esses indivíduos cometeram foi CRIME e não brincadeira de esconde – esconde. Pois agora, faça bem a justiça, e mostre que a lei pode ser autêntica se usada para casos como esse, pouca vergonha e violência. Prisão sem cuidados pessoais, merecer viver na conduta como os outros da cela, já que os mesmos agressores mostram tanta familiaridade.
Aline Britto**É preciso justiça**Comentem!
**Aline Britto**
Neste último Domingo algo chocou o Brasil. A violência que nunca camuflada, mostrou as facetas de suas terríveis características no final de semana. Jovens de classe média alta espancaram e roubaram uma empregada doméstica, que acabara de sair de seu trabalho, ao qual se encontrou em um ponto de ônibus para pegar o transporte e se dirigir até uma clínica para fins de exames preventivos. Que culpa teria uma empregada de 32 anos, e qual foi o seu erro?
Respostas para perguntas como essas são impossíveis, se não tomadas da única versão a ser levada como: crueldade, distorção e ferocidade. Digo diretamente aos mesmos jovens que por causa injusta cometeram tal tentativa violenta, sendo bem conjeturado, tinham eles por intuito um latrocínio. Barbaridade não questionável, agora, pois, usar de violência e ainda capacitar em dizer que confundiu com uma prostituta. Ora essa agora, os mesmos se põe a tanta mediocridade, pobreza de falsidade e pouca conduta imaginária.
São eles estudantes defendidos pelos pais que em depoimento á imprensa faz apelo às autoridades dizendo que “erros cometeram sim, mas que não deveriam pagar por isso juntamente com outros bandidos”. O que pensa então? Talvez um quarto especial com direito à água mineral e arroz grelhado todos os dias?Ou ainda pensa em liberdade convencional por ser jovens ricos e sem passagem pela polícia? Por favor, que essa não seja a versão dada a imprensa daqui alguns dias.
O que esses indivíduos cometeram foi CRIME e não brincadeira de esconde – esconde. Pois agora, faça bem a justiça, e mostre que a lei pode ser autêntica se usada para casos como esse, pouca vergonha e violência. Prisão sem cuidados pessoais, merecer viver na conduta como os outros da cela, já que os mesmos agressores mostram tanta familiaridade.
Aline Britto**É preciso justiça**Comentem!

